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Fundação António Quadros
Notas Biobliográficas Imprimir e-mail

 Autores 
Notas Biobliográficas
1953 - 1963
1963 - 1973
1973 - 1983
1983 - 1993
1993 - 2009
Outros Cargos

1954

- Publica Introdução a uma Estética Existencial. Traduz Tradição, de André Maurois.

1955

- Traduz Tomás, o Impostor, de Jean Cocteau. Integra a Comissão Executiva do Programa de Festas de Lisboa de 1955. Nasce a sua filha mais nova, Rita Maria, que herda o talento da família para a escrita à qual se dedicará a tempo inteiro.

1956

- Publica o ensaio A Angústia do Nosso Tempo e a Crise da Universidade.

1957

- Com Afonso Botelho, Fernando Morgado e Orlando Vitorino, lança o «movimento de cultura portuguesa», de cujo órgão, o jornal 57, será director até 1962. Colabora no Jornal 57, publicando “A Dança e a sua Evolução”. Publica o ensaio Problemática Concreta da Cultura Portuguesa. Escreve o prefácio do livro (obra póstuma) Saudades de Mim, de António Ferro. É condecorado com a Ordem Britânica da Rainha Vitória (M.V.O.), no dia 18 de Fevereiro.

1958

- Ingressa no recém-criado Serviço de Bibliotecas da Fundação Calouste Gulbenkian.

- Publica na revista Rumo, nº 11 o ensaio O Enigma de Lisboa, Ensaio de Psicologia e de Psicografia de uma Cidade, cujo texto será posteriormente publicado em separata.

- Publica na revista Rumo, nº 16 o ensaio Diagnose da Arte Moderna - Ensaio de Interpretação Filosófica da Estética Contemporânea, cujo texto será posteriormente publicado em separata.

1959

- Publica A Existência Literária, colectânea de ensaios de crítica literária e, ainda, o ensaio introdutório para Sartre e o Existencialismo, de Ismael Quiles, «A Cultura Portuguesa Perante o Existencialismo».

- Publica na revista “Tempo Presente”, nº 8, “Filosofia e Sentimento Gnoseologia do Amor”.

1960

- Publica Fernando Pessoa, a Obra e o Homem e os livros de contos Anjo Branco, Anjo Negro e Histórias do Tempo de Deus.

- Participa em Lisboa e Coimbra num ciclo de conferências consagrado ao Romance contemporâneo

1961

- Promove em grupo o colóquio «O que é o Ideal Português?».

1962

- Publica «O Ideal Português na Filosofia?», na colectânea O Que é o Ideal Português.

1963

- Publica o primeiro ensaio de Filosofia da História, O Movimento do Homem e, ainda Seis Décadas da Filosofia Portuguesa, separata da revista Arbor, nº 208, Madrid.

A revista O Tempo e o Modo convida-o a publicar um artigo inserido no tema “o problema do artista adentro da sociedade contemporânea”.