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Fundação António Quadros
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A Fundação António Quadros tem por fim o estudo e a divulgação do Pensamento e da Obra de António Quadros, Fernanda de Castro, António Ferro e de quaisquer personalidades de mérito, através de acções de carácter cultural, artístico, científico, educativo e social com especial enfoque nas áreas da cultura popular, literária, histórica e do estudo do pensamento filosófico em Portugal.   

 

AS MARCHAS POPULARES

por Gabriela Carvalho

 

Em 1932, Leitão de Barros, então director do Notícias Ilustrado, apoiado pelo olisipógrafo Norberto de Araújo e pelo Diário de Lisboa promoveram as primeiras Marchas. Participaram seis bairros: Alto Pina, Bairro Alto e Campo de Ourique como concorrentes e, Alcântara, Mouraria e Alfama como participantes.

O Diário de Lisboa, na véspera do evento, a 12 de Junho de 1932, publicava a notícia, “Lisboa festeja, como todos os anos, a noite de Santo António. Como novidade, oferece-se o espectáculo das Marchas Populares, com suas músicas, canções, centos de pares de namorados, bailes e descantes no Parque Mayer”. Esta e outras notícias da época, conquanto falem das tradições da festa de Lisboa, não fazem referência alguma à tradição da estrutura cénica ou mesmo ao costume de uma prática anterior – um desfile de um grupo de Marchas, representantes de diferentes bairros, trajados numa relação estreita com a história social e profissional desses locais e coreograficamente ensaiados e orientados.

Refira-se que Norberto Araújo é olisipógrafo, um estudioso da cidade, da sua História e do seu património e, no entanto, não reclama na sua notícia qualquer tradição, por incipiente que ela seja.

Em 1932, as Marchas de Lisboa parecem, assim, ter sido a consubstanciação de um projecto individual do extraordinário criador de espectáculos que era Leitão de Barros. Animação lúdica, espectáculo cuja realização se encontrava directamente relacionada a um espaço de representação único na cidade – o Parque Mayer.

Porém, a acção de Leitão de Barros, a sua criação genial, não teria sido o sucesso que foi se não tivesse conseguido despertar a sensibilidade do povo/público para algo que estaria latente na sua pré-existência cultural. As Marchas de Lisboa vêm, seguramente, despertar a identidade bairrista da população, exacerbar a competitividade existente entre vizinhos, criar laços cada vez mais fortes na comunidade unida por um mesmo projecto, pela mesma História.

O aspecto festivo das Marchas e a sua relação especial com a vertente popular e bairrista da sociedade exigem uma análise dos conteúdos culturais, das relações sociais que produzem e dos mecanismos simbólicos do ritual.

As práticas rituais evidenciam alguns elementos da realidade social, colocando-os em foco e deslocando-os do seu contexto corrente para outro que lhe é inusitado. E, assim, o ritual produz um efeito de consciência permitindo um corte com as rotinas do quotidiano e a participação em situações socialmente definidas.

Carnavais, paradas e procissões são assim três ritos antigos em que a marcha, a deslocação dos participantes assume o essencial da prática colectiva da festa. As Marchas Populares de Lisboa são, segundo Ruben de Carvalho, a concretização destes três rituais – do desfile carnavalesco, da parada militar e da procissão religiosa. Do primeiro destaca “o clima festivo, com música e dança, a deslocação para o centro da cidade, as indumentárias fantasistas com que se mascaram os participantes, a competição entre grupos.” No que concerne à parada militar “a exibição frente às autoridades, a formação ordenada, o sincronismo da marcha, o ritmo musical e coreográfico, os uniformes, a separação entre marchantes e espectadores”. Por último, quanto à componente de procissão de carácter religioso “está presente desde logo [...] nos arcos que transportam no desfile figuras alusivas aos santos populares, referência temática central das festas”.

A prática do ritual fica assim formalizada com as barreiras de um espaço e de um tempo especiais convencionando, pela sua forma simbólica, o significado e a importância social da festa: as Marchas, preparadas em segredo – o tema, os trajes e os enfeites – durante meses têm o seu momento alto no ponto cronológico decisivo das Festas – véspera de Santo António e a sua localização num percurso do espaço público da cidade – a Avenida da Liberdade.

As Marchas são tal como os outros momentos da festa a expressão de uma linguagem simbólica popular, um decifrar de códigos da História bairrista da urbe, a oportunidade da participação voluntária e plena que envolve uma rede complexa de relações sociais e culturais, fomenta a interajuda e a solidariedade de rua. As Marchas são um dos parâmetros mais completos da estruturação continuada do tecido social urbano e da interactividade da população e do poder institucional.

Amália foi, desde o 1.º momento, em 1932, marchante. Era uma das jovens que integrava então a Marcha de Alcântara.

As primeiras Marchas de 1932 lançam, com efeito, os fundamentos de uma festa anual, portuguesa e popular onde intervêm o culto de Santo António, a tradição dos arraiais populares, criados em cada bairro e abertos a toda a população da cidade e o aspecto carnavalesco da folia, quer no semblante iconográfico, quer na expressão bairrista da sua origem.

Entretanto, com as primeiras festas, assistia-se a um espectáculo de êxito e não a uma tradição popular. Esta seria a reinvenção de todas as manifestações de carácter popular e mundano que chamavam o povo a intervir: A Idade Média e D. Pedro que dançava na rua com o povo; as festas, noite dentro, que comemoravam o regresso das caravelas; as touradas, as procissões, o cortejo carnavalesco, os santos populares.

O conselho dado no Diário de Notícias em 1932 de a Câmara Municipal chamar a si a responsabilidade da organização das Festas da Cidade encontrou eco na Comissão de Festas de 1934 que decidira: “proporcionar à população da capital alguns dias de alegria e desenfado, mas também contribuir com espectáculos de evocação artística e cultura histórica para a educação do povo, fazendo ressurgir, ao mesmo tempo, alguns aspectos pitorescos da vida citadina, injustamente esquecidos”...

O Programa das Festas de Lisboa de 1934 afirmava ainda “Acresce que iniciativas desta ordem muito beneficiam a vida económica da cidade, produzindo um sensível movimento no comércio e na indústria, atenuando largamente a crise de desemprego que parte das classes trabalhadoras vem atravessando”.

Constituída esta comissão por uma série de olisipógrafos e gente do teatro – Luís Pastor de Macedo, Gustavo Matos Sequeira, Norberto Araújo, Leitão de Barros, Amélia Rey Colaço, José de Figueiredo – a organização das Festas propunha a duração de cinco dias, entre 8 e 13 de Junho e constituía-se de arraiais nos Mercados da cidade; um arraial-festa no Terreiro do Paço, de responsabilidade camarária; o 1.º Lisboa-Porto de Remo e um desfile atlético; duas touradas, uma à portuguesa e outra à espanhola; a representação no adro da Sé de um “Auto de Santo António”, autoria de Matos Sequeira, realização de Amélia Rey Colaço sobre um projecto de Leitão de Barros; uma “recepção aos forasteiros nos grémios regionais”; largada de dez aeróstatos gigantes na Praça Marquês de Pombal; cinco desfiles diferentes; uma exposição e uma conferência sobre Camões. Nesse ano, as Festas da Cidade coincidiram com a declaração Papal de Santo António como patrono de Portugal.

Segundo Ruben de Carvalho, as Festas de 34 estabeleceram dois eixos essenciais: Em primeiro lugar a associação de Camões às Festas da Cidade assegurando o “enquadramento das Festas na mitologia nacionalista do regime, no culto das Descobertas [...], a apropriação do poeta como suporte do discurso” do regime; em segundo lugar a apropriação oficial de Santo António, assegurando um cunho institucional e uma ligação do Santo ao regime e às festas populares de que era o pretexto. Nos anos de 1934/35 as Marchas estavam definitivamente arreigadas no coração dos lisboetas. O êxito das primeiras Festas, de 1932, entre a população e mesmo entre os forasteiros que se associaram aos espectadores alfacinhas, tinha sido enorme. Dos três bairros concorrentes e dos outros três participantes cedo se passou a muitos mais, contagiados pelo entusiasmo pela iniciativa.

Os acontecimentos internacionais, contudo, não correram de feição para Festas, muito embora o coração e o pé saltasse para a Marcha. A crise da economia portuguesa e em especial a de Lisboa, afectadas pela II Grande Guerra e pela Guerra Civil de Espanha causou um longo intervalo nas Festas da Cidade.

1940 surge como um ano de excepção em que a Festa e as Marchas, mesmo apesar da crise, saíram à rua, mais importantes que nunca, na comemoração de um duplo centenário, da Independência e da Restauração.

Participaram nas Marchas doze bairros: Alfama, Alcântara, Bairro Alto, Benfica, Campo de Ourique, Castelo, Graça, Lapa, Madragoa, Mouraria, São Bento e São Vicente. Na noite de S. João saíram do Terreiro do Paço, passaram o Arco da Rua Augusta, continuaram pelo Rossio, Avenida da Liberdade até ao Parque Eduardo VII. Na noite de S. Pedro exibiram-se no recinto da Exposição do Mundo Português. No concurso entendeu o Júri atribuir o primeiro Prémio exaequo a quatro Marchas pelo equilíbrio na qualidade da dança e da música assim como dos trajes. Alfama, Benfica, Madragoa e São Vicente foram os eleitos.

Em 1941, apenas a Sociedade Filarmónica dos Alunos de Apolo ensaiou e organizou a sua Marcha. A crise não deixou que houvesse seguidores.

Esperar-se-iam sete anos para ver as Marchas na rua novamente. Agora outro centenário, o da cidade que festejava os seus oitocentos anos de conquista cristã.

Comemorando uma data tão simbólica para a cidade, esta engalanou-se especialmente para as suas Festas; conferências, cortejos fluviais, concertos, exposições, romagens de vários municípios aos arraiais que proliferavam em Lisboa. O ponto mais alto, no entanto, desta Festa foi o Cortejo Histórico, organizado por Leitão de Barros e no qual se mostrava, em breve resenha a História da cidade. 1947 seria assim um ano especial em que as Marchas adquiriram um brilho nunca visto, tendo levado quase um ano a ser preparadas. Um esforço imenso que exigiu a pausa de três anos.

Assim, só tornou a haver Marchas em 1950. E, mais uma vez, presididas pelo jornalista e escritor Norberto de Araújo, que se tornara desde 1932, uma espécie de defensor secretário das Marchas, defendendo a sua existência, avaliando e elogiando, colaborando com letras para as canções.

Havia agora uma máquina extraordinária montada para a sua realização. As artistas de teatro e rádio tinham então uma parte activa nos desfiles, surgiam como madrinhas das várias Marchas, dos vários bairros. Nesse ano, Maria Clara foi madrinha da Madragoa; Amália madrinha da “sua” Alcântara; Hermínia Silva, do Castelo; Laura Alves de Campolide...

O próprio Salazar se deixou encantar pelo entusiasmo das Marchas e lá foi assistir, acompanhado por uma pupila, em recato, desde uma janela do Teatro D. Maria II onde, em frente, havia uma paragem obrigatória do Cortejo.

Nesse ano concorreram onze Marchas tendo a Madragoa arrancado o 1.º lugar.

Um ano de intervalo e as Marchas voltam em 1952 mas sem a participação de Norberto de Araújo que, já muito doente, tinha entretanto deixado escola a um conjunto de funcionários da Câmara, que como Comissão de Festas, tomaram bem conta do Projecto.

Ganhou nesse ano a Bica que se tornou, então, a campeã da década de 50 arrecadando, várias vezes, o primeiro prémio.

É nesse ano que as Marchas passam a descer a Avenida – invertendo o percurso habitual – e vêm desde o Marquês de Pombal até aos Restauradores, prática que ainda hoje subsiste.

Em 1955, o presidente da Câmara, Álvaro Salvação Barreto e o vice-presidente, o olisipógrafo Luís Pastor de Macedo, resolvem organizar um projecto com um programa de grande impacto: entregaram a Leitão de Barros a organização de tudo o que fosse Cortejo e evocação histórica e, mestre do espectáculo organizou um programa arrojado e variado em vários locais da cidade.

No Jardim da Estrela, sucessor do Passeio Público, fez-se a invocação da Lisboa Romântica com arranjos florais à maneira do séc. XIX e com música como atractivo principal. “Lisboa e os Poetas” foi a exposição organizada no Palácio Galveias.

Habituado ao espectáculo e à sua organização, Leitão de Barros deu início a um conjunto de números que nunca mais deixaram de pertencer ao evento e, antes, evoluíram para cada vez mais participantes. São eles o concurso de ruas enfeitadas; o concurso dos Tronos de Santo António; das montras ou das janelas engalanadas.

Santo António foi celebrado com o habitual Te Deum, procissão e uma conferência por um orador franciscano.

O desporto teve um papel destacado com futebol, vela, natação, ciclismo e um rali automóvel. As Marchas foram cuidadosamente preparadas por João Andrade Santos e Silva Tavares. Encarregaram-se de escrever o tema da canção que todos tinham de cantar e os bairros, já com alguma experiência, apressaram-se a escolher quem seria o compositor da sua canção. Concorreram catorze bairros e voltou a ganhar a Bica.

Depois de mais dois anos de pausa, reaparecem em 1958. Mais marchas e sem o fôlego dos primeiros anos. A situação política e a morte de Humberto Delgado teriam as suas repercussões no desenrolar da Festa na Cidade.

Se a década de 50 constitui a época áurea das Marchas dos Bairros, em 60 elas saem quase todos os anos, constituindo-se como um dos números fortes das Festas da Cidade. O programa inclui um desfile descendente da Avenida da Liberdade na véspera de Santo António e duas exibições no Pavilhão dos Desportos, Carlos Lopes, na véspera de S. João e de S. Pedro.

O arraial afirma-se como uma forma de festejar os Santos de Junho. Incluía, tal como ainda hoje, as iluminações, os bailes, o cavalinho com música – substituído hoje por uma banda ou por aparelhagem com DJ, fogo de artifício – hoje inexistente, um trono de Santo António ou janelas floridas concorrentes a um prémio da Câmara. Arraiais e Marchas contribuíram, assim, para, ao longo dos anos, se criar os bairros mais “típicos”, centros das festas-arraiais, onde multidões se acotovelam para passar, petiscar e ouvir as raízes da cidade. Criou-se então uma hierarquia dos bairros mais típicos, históricos e degradados como Alfama, Mouraria, Bica, Madragoa que continuam ainda hoje a concentrar as atenções.

Efectivamente, assiste-se a uma associação entre a aldeia e o bairro, na intenção de estimular um sentimento de pertença bairrista resultado de uma construção complexa do social e do simbólico; uma invenção de comunidades homogéneas, com particularidades únicas, que se constituem como elementos estruturantes da vida urbana tornando-se capazes de fazer alianças entre as diversas camadas sociais e conviver amistosamente com o poder político.

A mudança de regime político em 74 causou um interregno grande nas Marchas só voltando a ser, ainda que timidamente, um dos componentes das Festas de Lisboa, no início dos anos oitenta.

Na segunda metade da década de noventa, porém, as Marchas constituem-se como o ritual nuclear das Festas de Lisboa, com o desfile da Avenida da Liberdade a atrair grande parte da população da capital e transmitidas em directo, pela televisão.

As Festas da Cidade são, com efeito, uma realidade patrimonial da cultura popular de Lisboa.

De uma tradição inventada, construiu-se uma herança única de convivência e solidariedade comunitária que divide a cidade em bairros, cria-lhes características diferentes na identidade dos lugares e estimula o sentido de pertença na cidade.

 

Comunicação publicada em "Turismo em Portugal: passado, presente, que futuro?",

edição Fundação António Quadros, 2012,

coordenação de Mafalda Ferro.

 

 
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