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Fundação António Quadros
EDITORIAL Imprimir e-mail

A Fundação António Quadros tem por fim o estudo e a divulgação do Pensamento e da Obra de António Quadros, Fernanda de Castro, António Ferro e de quaisquer personalidades de mérito.

 

SER JOVEM EM RIO MAIOR.

A Fundação António Quadros, em parceria com a Escola Profissional de Rio Maior e a Biblioteca Municipal Laureano Santos, apresenta no dia 16 de Outubro, patente até 16 de Novembro de 2017, a exposição de fotografia “Ser Jovem em Rio Maior”, resultado de um concurso proposto aos jovens estudantes da Escola Profissional de Rio Maior.

 

As imagens expostas dão a conhecer o dia-a-dia dos jovens numa cidade como Rio Maior, como experimentado pelos próprios.

 



O CONCURSO foi pensado e criado com o principal objectivo de galardoar um trabalho fotográfico que contribua para promover, divulgar e apoiar o Pensamento e a Cultura Portuguesa, incentivando os jovens a desenvolver e a valorizar as suas competências técnicas e criativas, através da imagem fotográfica.

Pretende-se, ainda, estimular nos concorrentes o sentido crítico e de observação, a procura de razões e soluções e, ainda, o conhecimento do Meio em que estão inseridos.


Será editado um catálogo da exposição.
O projecto conta com o incontornável apoio da Câmara Municipal de Rio Maior.

 

Toda a logística da cerimónia de inauguração da exposição (beberete, acompanhamento da visita guiada, divulgação, obtenção de patrocínios, elaboração de cartaz, convite e restantes peças gráficas) está a cargo dos próprios alunos da Escola, candidatos a concurso.

O júri do "SER JOVEM", presidido por Mafalda Ferro, da Fundação António Quadros, é também constituído por Adriana Nascimento, estudante do Instituto Politécnico de Leiria; Ana do Carmo, da Escola Profissional de Rio Maior; António Vieira, freelancer na área da comunicação e imagem; David Ferreira, da Biblioteca Laureano Santos; Hugo Diniz, da Escola Profissional de Rio Maior; e Paulo Ribeiro Baptista, da Fundação António Quadros e do Museu Nacional do Teatro e da Dança. 

 

PEDRO LETRIA, GRANDE VENCEDOR

DO PRÉMIO ANTÓNIO QUADROS 2017 FOTOGRAFIA.

Por deliberação de um júri presidido por Paulo Ribeiro Baptista e também composto por Bruno Santos, Emília Tavares e Filipe Figueiredo, o Prémio António Quadros 2017 FOTOGRAFIA será entregue, a Pedro Letria no dia 8 de Novembro, às 16.30h em Rio Maior.


No painel de honra, participará Isaura Morais, presidente da Câmara de Rio Maior, Mafalda Ferro, presidente da Fundação António Quadros; Paulo Ribeiro Baptista, presidente do júri do Prémio António Quadros; e Ana do Carmo, da Escola Profissional de Rio Maior.

Contamos consigo para, connosco, homenagear PEDRO LETRIA e, também, a FOTOGRAFIA, em geral, como forma de expressão artística, de divulgação e comunicação, de crítica e informação, de ilustração e preservação documental.


Estará patente, nesse dia, uma exposição de fotografia 
subjugada ao tema "Ser Jovem em Rio Maior", organizada pela Fundação António Quadros, pela Escola Profissional de Rio Maior e pela Biblioteca Laureano Santos

 
 
 RAUL PROENÇA E A SEARA NOVA
por Raul Proença Mesquita.


O 1.º Número da Revista Seara Nova saiu no dia 15 de Outubro de 1921, faz agora noventa e seis anos. No início da mesma encontramos nas suas intenções que A SEARA NOVA representa o esforço de alguns intelectuais, alheados dos partidos políticos mas não da política, em renovar a mentalidade da elite e a opinião pública. Mais adiante lê-se: “Em democracia quem mente ao povo é réu de alta traição. É à verdade, à sinceridade, à absoluta lealdade e probidade de pensamento que é mister habituar o povo português.” E mais adiante: “Se o idealismo está desacreditado entre nós, é porque ele se tem conservado infinitamente longe da vida...”; para esta abertura terminar deste modo: “Possam os homens de boas intenções de todas as Pátrias erguer um dia, sobre um mundo que ainda hoje se debate em miseráveis disputas nacionalistas, o arco-de-aliança duma humanidade justa e livre, realizando na paz victoriosa as conquistas da inteligência e da vontade desinteressada.”

 

Sob o impulso de Raul Proença, que se distinguiu, naturalmente, logo desde o primeiro número, habituado que estava à luta pela reforma da mentalidade do povo português, que tanto a necessitava, sentindo ser esse o dever de uma nova elite, pois só de um conjunto de cidadãos afastado de desejos mesquinhos poderia sair um corpo de políticos da mesma sorte e não o inverso (não confundir elite e políticos), foi então fundada esta revista de combate de ideias, ou melhor ainda, de renovação moral dos cidadãos, por ele mesmo com a ajuda de Jaime Cortesão, de Raul Brandão, de Câmara Reys, de Aquilino Ribeiro, de Teixeira de Vasconcelos, à qual se juntou António Sérgio, que estava no Brasil na altura, e que teve muito mais colaboradores de destaque, revista que perdurou.  

Estes valores nortearam uma luta Nova que ainda vale, vale aqui no nosso país, e por aí. Por aqui, que é o que nos interessa por agora, a reforma da mentalidade ainda não foi conseguida, mas nem por isso as armas da vontade devem ser postas de lado. 


Todos os intelectuais que lutaram e que lutam não devem e não podem arrumar 

vontade na arrecadação e dar-se por vencidos. A tarefa é sem dúvida árdua. Um povo habituado a “miseráveis disputas”, a alienações, só pode ser ele mesmo quando despertar para a missão de felicidade. No 2.º número da Revista diz-nos Raul Proença em Porque não somos um Partido Político: “É preciso que, de uma vez para sempre, se deixe de ver no político o bode expiatório de todas as desgraças nacionais. É em todas as modalidades da vida portuguesa que devemos encontrar o vírus profundo da nossa degeneração. Simples órgãos de correlação, os políticos não podem elevar-se acima das condições gerais da actividade e da mentalidade nacional”


É por isso que uma vontade desinteressada tem o dever de reformar e libertar os cidadãos pela palavra e pela educação como ideal norteador da acção. Aqueles que dizem que o povo não quer “essas coisas”, os ideais, a vida longe da mesquinhez, não sabem ou fingem não saber que o povo, as pessoas, só não querem aquilo que desconhecem ou ainda não conhecem!

 


O grupo da Seara Nova tinha como objectivo uma paideia moral de todos os cidadãos.

Lisboa, 7/X/2017.

 

Grupo da SEARA NOVA

À frente, da esquerda para a direita: Jaime Cortesão, Aquilino Ribeiro e Raul Brandão; 
atrás, da esquerda para a direita: Teixeira de Vasconcelos, Raul Proença e Câmara Reys.

 

LIVRARIA: PROMOÇÃO DO MÊS

A Fundação disponibiliza a seguinte obra com desconto até 14 de Novembro de 2017:


Título:
 Quelques Images de l´Art Populaire Portugaise.

Autoria: António Ferro; Augusto Pinto; Paulo Ferreira (capa, ilustrações e grafismo).

Edição: Lisboa: Edições SPN, 1937.

Tipografia: Litografia Nacional Porto.

PVP até 14 de Novembro de 201756,00€.

PVP a partir de 14 de Novembro de 2017: 70,00€. 


 
 
 
SUGESTÕES DE LEITURA - PUBLICAÇÕES RECENTES:
 
Título: Vozes dentro de mim. 
Autoria: Carmen Dolores.
Edição: Sextante Editora, 2017.

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Título: Feminine Singular: women growing up through Life-Writing in the Luso-Hispanic World.

Autoria: Maria José Blanco; Claire Williams.

Autoria do capítulo “Fernanda de Castro, Ao Fim da Memória: Memoirs of a Portuguese Century: Paula Morão.

Edição: Oxford, Berna, Berlim, Bruxelas, Frankfurt, Main, Nova Iorque, Viena: Peter Lang, 2017. 

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Título: Germana Tânger: vidas numa vida.

Autoria: Germana Tânger.

Prefácio: António Macieira-Coelho.

Edição: Lisboa: Manufactura, Europress, 2016.

 

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Título: A bem da nação: as representações turísticas no Estado Novo 1933-1940.

Autoria: Cândida Cadavez.

Prefácio: Manuel Frias Martins.

Edição: Lisboa: Edições 70, 2017.

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Título: José Coelho Pacheco: o falso semi-heterónimo de Pessoa.

Autoria: Ana Rita Palmeirim (neta de José Coelho Pacheco).

Textos: Richard Zenith; Fernando Cabral Martins.

Edição: Lisboa: BN, 2016.

Ponto de venda: Livraria da Biblioteca Nacional e Livraria online da Biblioteca Nacional.

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Título: Orpheu e o Modernismo Português. Livro do Colóquio.

Coordenação: Paulo Samuel.

Textos: Annabela Rita; António Apolinário Lourenço; Arnaldo Saraiva; Isabel Ponce de Leão; Dionísio Vila Maior; Eduardo Paz Barroso; Ernesto Rodrigues; Fernando Aguiar-Branco; Laura Castro; Salvato Trigo; Maria do Carmo Mendes; Paulo Samuel.

Edição: Porto: Fundação Eng. António de Almeida, 2017.

Ponto de venda: Fundação Eng. António de Almeida, Porto. 

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Título: Obras musicais de Frederico de Freitas: Três Canções sobre Poemas de António Quadros – Para Voz e Piano.

Autoria: Frederico de Freitas.

Edição: AvA Musical Editions, 2016.

Edição crítica: Helena Marinho.

Designer: Álvaro Sousa.

Fotografia de capa: Fundação António Quadros.

Notas editoriais: Helena Marinho e Mafalda Ferro.

Apoios: AvA Musical Editions; Universidade de Aveiro; Projecto Frederico de Freitas; Fundação António Quadros.

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Título: Exposição do Mundo Português – Explicação de um Lugar.

Coordenação: Margarida Magalhães Ramalho; Margarida Cunha Belém.

Edição: Lisboa: Fundação Centro Cultural de Belém, 2016.

Textos: António Lamas; Henrique Cayate; Isabel Cottinelli Telmo; João Paulo Martins; José Sarmento de Matos; Mafalda Ferro; Margarida Acciaiuooli; Margarida Cunha Belém; Margarida Magalhães Ramalho; Patrícia Bento d’Almeida; Cottinelli Telmo.

Design: Henrique Cayate.

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Título: António Ferro: um Homem por Amar. Romance.

Autoria: Rita Ferro.

Edição: Lisboa: Dom Quixote, 2017.

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Título: Memórias | Entrevistas: O Livro das 111 Entrevistas. Volume I.

Autoria: Gilberto Mendonça Telles.

Organização: Wolney Unes.

Edição: Batel, 2017.

  

LIVRARIA: PROMOÇÃO DO MÊS

A Fundação disponibiliza a seguinte obra com desconto até 14 de Junho de 2017:

Título: Viagem desconhecida. Um itinerário poético 1950-1952.

Autoria: António Quadros.

Capa: Martins Correia.

Edição: Lisboa: Portugália Editora, 1952.

PVP até 14 de Junho de 2017: 12€.

 

PVP a partir de 14 de Junho de 2017: 15€.

 

QUERIDOS AMIGOS DA FUNDAÇÃO ANTÓNIO QUADROS

Sem o vosso carinho e apoio, a vossa fé e inspiração não conseguiríamos continuar o nosso caminho, concretizar os nossos objectivos.

Muito obrigada.

Mafalda Ferro.

 

VOLUNTARIADO NA FUNDAÇÃO ANTÓNIO QUADROS

Ocupe o seu tempo livre de forma útil e gratificante.

Alimente o espírito e enriqueça os seus conhecimentos.

Multiplique as suas competências.

Venha conversar connosco e conhecer as instalações da Fundação António Quadros situadas no edifício da Biblioteca Municipal de Rio Maior.

Ligue-nos e marque a sua visita: 965552247 | 243 999 310.