EDITORIAL

A Fundação António Quadros tem por fim o estudo e a divulgação do Pensamento e da Obra de António Quadros, Fernanda de Castro, António Ferro e de quaisquer personalidades de mérito, através de acções de carácter cultural, artístico, científico, educativo e social com especial enfoque nas áreas da cultura popular, literária, histórica e do estudo do pensamento filosófico em Portugal.   

 

 

«VISÕES SUBJETIVAS», AS APARIÇÕES DE FÁTIMA? - POR ANTÓNIO QUADROS

Transcrição por Fundação António Quadros

 

1 - O racionalismo, o positivismo, o materialismo ou a chamada “parapsicologia“, não podem fundamentar e não fundamentam uma religião, seja ela qual for; não podem constituir e não constituem o suporte doutrinário de uma Igreja, ligada a qualquer confissão, a qualquer fé, ou a qualquer crença; e, na intérmina sondagem humana do enigma divino, não podem viabilizar e não viabilizam a ascese e o conhecimento daquilo que ultrapassa vertiginosamente os limites da intelecção humana.

A razão, sem dúvida, tem uma palavra a dizer na gesta do “homo Viator“ mas o racionalismo, que é a sua absolutização imodesta e voluntarista, antes constrói sebes compartimentadas e por fim labirínticas, do que liberta o espírito humano de toda a sua ganga de resíduos terrestres, circunstanciais, egocêntricos, pequenamente circunscritos à percepção sensorial e a uma inteligência sem asas.

Quanto à dita “parapsicologia“, é preciso que passe ainda bastante tempo para que possa haver confiança, nesse albergue espanhol onde tudo cabe e que para tudo serve, desde dar uma cobertura pseudocientífica às mais variadas formas de ocultismo até servir para pseudodesmistificar manifestações supranormais como as aparições de Fátima.

Existe hoje uma actividade parapsicológica, isto é, uma actividade que roda em torno da psicologia, mas estamos ainda muito longe de a incluir no campo científico, porque as possibilidades de sujeitar toda a fenomenologia supranormal às provas da experimentação e de lhe descobrir causas averiguáveis, são muito reduzidas. É certo que determinadas formas de percepção extra – sensorial podem ser observadas, algumas vezes experimentadas; mas não ao ponto de serem generalizadas e classificadas rigorosamente.

2 - Sujeitar fenómenos como as aparições de Fátima a uma crítica pretensamente científica, pois pretensamente científica é ainda, com os seus contornos indefinidos, a parapsicologia, se não releva da fraude intelectual, constitui pelo menos uma manifestação de auto-suficiência ou de racionalismo sofístico que não é possível deixar passar em claro, pois o assunto é demasiado grave e ultrapassa largamente o caso em si.

Para apreciar as aparições e a mensagem sob o ponto de vista parapsicológico, aliás, o Padre Óscar Quevedo não tem sequer a autoridade de quem observou os fenómenos em causa. Experimentáveis não são, porque, se é possível “provocar“ e depois registar, anotar e observar com algum apuro uma manifestação de telepatia, por exemplo, já é impensável convidar umas crianças, mesmo extra-sensitivas, e esperar que nelas se produzam as “visões subjectivas“ e as “alucinações endógenas“ a que, segundo Quevedo, se reduziriam as aparições da Cova da Íria.

Tais manifestações não foram pois experimentadas e muito menos pelo sacerdote parapsicólogo, que se limitou no fim de contas a dirigir uma crítica aos testemunhos da época, às memórias de Lúcia ou ao conteúdo da mensagem. Quer dizer, Quevedo trabalhou apenas (e nem de outra forma poderia ser) com materiais em segunda mão, fazendo uma leitura da leitura, traduzindo do traduzido e por fim extraindo ilações não consentidas de modo algum pela própria documentação existente.

Não fez aliás crítica científica, não fez sequer uma crítica do tipo parapsicológico, fez simplesmente, na entrevista dada a este jornal em 29 de Outubro último, uma crítica racionalista, embora partindo de um conceito muito fechado de razão. Porque há a razão amplificante, aberta ao enigma e a todo o modo de comunicação ôntica (embora analisando-as) e há a razão fechada, positiva e espessa, que reduz toda a informação gnósica, intuitiva, onírica: mística, supersensitiva, às dimensões da sua escassa capacidade de entendimento.

3 - Para quem tenha uma formação filosófica mínima, a crítica de Quevedo ao fenómeno das aparições, exprime efectivamente um racionalismo de curto alcance, porque em última análise outra coisa não faz do que reduzir tudo ao plano psicológico. Ora das duas uma, ou Deus não existe, não há uma esfera misteriosa do sobrenatural e as Igrejas repousam apenas sobre mitos, ilusões, crenças sem conteúdo real; ou Deus existe, existe o “meio divino“, a esfera do sobrenatural é uma realidade, embora misteriosa, e as Igrejas autorizam-se de uma teologia, de uma dogmática e de uma fé porque assentam numa experiência do divino, que partirá de revelações primordiais traduzidas em livros sagrados, mas revelações permanentemente enriquecidas, amplificadas e actualizadas pela multivivência do divino, que é dada a todos os homens e em especial a todos os crentes por graça, por inspiração, por ascese, por invocação e por dádiva particular ou colectiva do Espírito Santo ou do Espírito da Verdade.

Nesta segunda hipótese, que é a da fé, não é possível negar que, se Deus existe, um dos seus primeiros tributos é a liberdade. É precisamente a liberdade divina, é a liberdade do “meio divino“ que me parece ter sido completamente ignorada nas declarações de Quevedo a propósito das aparições, É decerto possível submete – las à crítica em várias frentes, mas dificilmente a partir das posições do sacerdote parapsicólogo porque se baseiam, sistematicamente, numa resistência antropocêntrica à liberdade divina. Senão, vejamos os seus raciocínios e silogismos monodireccionais:

“De facto nenhuma das pessoas que, aos milhares, se deslocaram em 1917 à Cova da Íria conseguiram ver a Santíssima Virgem. Só os três pastores A viram e mesmo esses de maneira diferente; o Francisco, por exemplo, não a ouvia, ao contrário da Lúcia ou da Jacinta“.

E logo, a conclusão abusiva, injustificada e in-pertinente: “Eram, portanto, visões subjectivas, sem qualquer suporte físico“. Conclusão abusiva, em primeiro lugar, porque o sobrenatural, se existe, não pode estar subordinado à primazia da quantidade, ao critério do número. E todo o historiador das religiões sabe que sempre foi selectivo e gratuito, isto é, o Espírito sopra onde quer e como quer; não há uma sociologia da graça e do milagre; se há nesse plano, um princípio, não é certamente um princípio humano e muito menos um princípio social.

Conclusão injustificada, em segundo lugar porque é bem sabido, desde Kant, que o nosso “organum“ perceptivo difere de pessoa para pessoa; o mesmo quanto ao nosso “organum“ intelectual. Não é porque o daltónico não vê o verde, que o verde não existe. Se assim é no plano da sensação e da percepção, como não o seria multiplicadamente, no plano suprapercepitvo ou aperceptivo? Não seria porque milhares não viram que um pequeno grupo de escolhidos deixaria de ver. A parábola do semeador é polissémica, não tem apenas um sentido moral. “Muitos foram os chamados e poucos são os escolhidos“. Não é porque Francisco só viu e não ouviu, que Lúcia e Jacinta deixaram de ver e de ouvir, as duas ao mesmo tempo.

E conclusão in-pertinente, enfim, de um ponto de vista propriamente teológico, porque pertence à liberdade divina desvelar a cada um a sua medida de verdade, tanto na sugestão de um pensamento fugidio ou na lição de uma circunstância existencial como, no limite extremo, na inspiração interior de uma metanoia, na graça rara de um êxtase ou no milagre de uma aparição.

4 - Mas que são as “visões íntimas“ que os pastorinhos da Cova da Iria teriam tido? Nada mais do que, segundo Quevedo, alucinações. Sabe-se que uma alucinação é uma falsa percepção, uma percepção de objectos aparentemente sensíveis, mas que na realidade não existem, e isto por uma espécie de projecção fantasmática de conteúdos latentes do inconsciente. E é neste sentido que se dirige toda a exposição de Quevedo, sugerindo por exemplo que nas memórias de Lúcia surgem fragmentos, mais ou menos fielmente transcritos, dos sermões do padre da aldeia ou de um livro religioso que sua mãe gostava de ler. Teria havido “visões íntimas“ ou “alucinações“, projectadas por influência de recordações fortemente marcadas na memória inconsciente (mas simultânea, note – se!) dos três pequenos pastores. Quevedo não está aliás com meias medidas, porque à sombra do tal “racionalismo“ redutivo dá uma rápida vassourada por toda a história da Igreja:

“Em Fátima o que aconteceu foi uma alucinação endógena como em todas as outras visões registadas ao longo da História, se exceptuarmos a de Cristo, logo depois da Ascensão“.

Mas que provas nos dá Quevedo de que todas as aparições da História tenham sido alucinações? Provas científicas certamente não nos dá, e muito menos em relação à fenomenologia de Fátima.

 

Diz por exemplo:

“Ora para poder surgir aos olhos dos três pastores como uma realidade objectiva, a Santíssima Virgem teria que ter realizado um artifício… Artifício por artifício, é mais lógico concluirmos pela alucinação, pela visão subjectiva“. Mais uma vez: é mais lógico… segundo uma lógica humana, não segundo uma lógica divina ou sobrenatural, pois que esta é insondável na sua inteireza e complexidade.

“Só assim se compreende, aduz, que a imensa maioria dos videntes sejam crianças, do sexo feminino, e geralmente pessoas debilitadas“. Outro abuso de raciocínio porque nada nos garante, na nossa limitada óptica humana, que Deus ou a Sua mensageira (admitindo a premissa da sua existência e assunção enquanto tais, pois Quevedo é um sacerdote católico), não tenham escolhido como meio óptimo de uma aparição e de uma revelação ou comunicação supranormais, e repetidas vezes (como em Lourdes, La Salette), etc, justamente a pureza de crianças muito simples, pureza transparente, inocente, ainda imune a formações culturais e intelectuais erróneas, descomprometida face a posições teológicas e ideológicas de vária ordem; pureza translúcida de crianças cuja sinceridade virginal constitui por si própria uma garantia de fidelidade à mensagem transmitida. Há resíduos subjectivos, como aponta Quevedo a propósito das Memórias de Lúcia? Há infantilismos a roçar por vezes a heresia? É possível porque nunca poderia haver, entre os homens um receptor perfeito para um emissor sobre – humano. Mas também não há os preconceitos e os prejuízos que seriam inevitáveis numa consciência adulta e que em consequência mais atraiçoariam o essencial. Aliás quem acreditaria, no Século XX, em mensagens ou palavras sobrenaturais transmitidas por adultos? Quem não desconfiaria então da malícia, loucura ou propaganda?

5 - Aliás, não quereria deixar de lembrar que tem profundas tradições em Portugal não só o culto do Menino Jesus, onde é sublinhado, em simbolo fecundo, todo o valor da infinita virtualidade infantil, mas também o culto do Espírito Santo, entre nós implantado no século XIV por D. Diniz e pela Rainha Santa Isabel.

Nas festividades do Divino Espírito Santo, que se realizam ainda em muitos lugares de fala portuguesa, em especial nos Açores e no Brasil, uma criança é coroada como o Imperador do Espírito Santo, decerto porque há uma semente de infinita sabedoria virtual e de esperança, depositada nessa aurora da humanidade, que é, em cada geração, a infância. Não vejo nenhuma contradição antes pelo contrário, numa dinâmica da comunicação entre o emissor divino e o receptor humano, em que crianças ou jovens, sejam intermediárias de eleição. Os maiores centros de peregrinação mariana do mundo cristão, Lourdes e Fátima, assim nasceram. Acaso será vantajoso destruí-los, transformando artificiosamente as aparições em alucinações, reduzindo as mensagens à projecção de memórias inconscientes, contestando a validade da vidência infantil ou juvenil? Vantajoso talvez não seja a expressão mais adequada, pois não se trata aqui de comércio ou pragmatismo. Acaso será verdadeiro, à luz ou à sombra da casuística de Quevedo ou de outro qualquer “racionalista“ ou “parapsicólogo“ do mesmo género?

6 - Seja dito no entanto que Quevedo aceita como sendo de ordem milagrosa e sobrenatural o fenómeno solar que se deu na Cova da Íria em 1917.

 

Mas baseia-se num raciocínio ainda mais defeituoso: o de que, se milhares de pessoas o presenciaram, então por isso é incontestavelmente verdadeiro, enquanto as aparições o não são como realidades objectivas. “Milhares de pessoas alucinadas do mesmo modo é realmente algo que a ciência jamais poderá aceitar. Ora é precisamente aí que residirá o milagre: servindo – se de um fenómeno natural (alucinação), mas numa escala que supera claramente as possibilidades humanas (de milhares de pessoas), Deus terá agido providencialmente na Cova da Iria“. Quevedo oculta aqui que outras tantas pessoas não viram o Sol a girar sobre si próprio e não o puderam contemplar a olho nu; mas é curioso que só admita como milagroso o fenómeno físico (porque tem o beneplácito do número) e o desligue de um contexto espiritual mais amplo.

Realmente, se há um fenómeno físico extraordinário presenciado por milhares de pessoas (e também pelo Papa Pio XII em Roma, como ele próprio o revelou…), em coincidência com as tais “visões íntimas“ ou “alucinações“, e por elas anunciado antecipadamente, não quererá isso dizer que Deus ou um poder de ordem divina (sempre para nós insondável), os quis sublinhar, certificar, autorizar perante esses milhares de pessoas, perante o país e perante o mundo, precisamente como sendo mais do que simples visões íntimas de crianças, mais do que alucinações endógenas de mentalidades infantis?

Quevedo parece esquecer, ou esquece intencionalmente, que o fenómeno solar é inseparável das aparições (e da mensagem) e que sem elas, quer dizer, sem a sua face espiritual, não teria qualquer significação, a não ser como mais um dos muitos enigmas indecifrados da natureza.

É por isso insólito que pretenda justificar o culto da Virgem em Fátima com base apenas no providencialismo em si e por si duvidoso do fenómeno solar. Retirasse a Igreja a Fátima o cimento imaterial das aparições enquanto aparições, negasse a Igreja o conteúdo sobre – humano da Mensagem e deixasse apenas o fenómeno solar e as microalucinações infantis – e quem lá voltaria então? Ninguém.

7 - Não me caberá a mim, leigo, defender Fátima enquanto lugar de peregrinação aprovado pela Hierarquia. Quevedo termina a sua teia de raciocínios a meu dever defeituosos, declarando que se a Igreja autoriza o culto do Rosário de Fátima é porque o sinal de Deus está lá, e o sinal é o fenómeno solar. Mas só por isso? Outros se pronunciarão a este respeito com mais autoridade do que eu. Recordarei apenas os termos da Mensagem do Papa Pio XII sobre a coroação da Virgem de Fátima, em 1946, bem como a visita feita pelo Papa Paulo VI à Cova da iria.

As aparições e a mensagem não são evidentemente matéria de fé. Mas por outro lado quer-me parecer que análises “racionalistas“ e métodos “parapsicológicos“ e pseudocientíficos como os de Quevedo não põem apenas em causa o interesse popular pelo culto Mariano em Fátima, porque representam sobretudo uma aproximação crítico – revisionista e esterilizante de toda a fenomenologia religiosa e de toda a vivência humana do sobrenatural, ortodoxa ou heterodoxa, eclesial, ou espontaneamente popular, católica, ou islâmica, europeia ou oriental. Resistiram a tal tipo de crítica os milagres e os estigmas de S. Francisco? As revelações místicas de Santa Teresa de Ávila? As palavras divinas ouvidas por S. Paulo na estrada de Damasco? Porque não “visões interiores”? Resistiram os próprios milagres de Jesus? Porque não sugestões psicológicas, acção carismática das camadas psi sobre as multidões hipnotizadas, processos também de alucinação colectiva ou individual? Reduzidas a um tal ângulo de visão, as Igrejas estiolariam pouco a pouco, acossadas aos últimos redutos de um moralismo sociológico? de uma revelação medida a metro e consentida com todas as reservas do racionalismo, de um Espírito Santo vestido pelo alfaiate da “parapsicologia“ e de uma escolástica exclusivamente bíblica e livresca, submetida a leituras cada vez mais restritivas de padres – funcionários, de padres – políticos, de padres – sociólogos, de padres parapsicólogos, de padres neocensores do sagrado.

           

Seria aliás, a breve trecho, o fim do sagrado…

… já tão ferido e tão afastado nestes dias que passam.

 

 “Comentário de António Quadros, publicado em O dia, página 5, 28 de Outubro de 1981,

em resposta às afirmações do Padre Quevedo”.

 PT-FAQ-AQ-09-001-26-00181

 
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