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Newsletter Nº 107 / 14 de Abril de 2016 |
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Direcção Mafalda Ferro Edição Fundação António Quadros |
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ÍNDICE
1 - Uma Tarde Télmica em Sesimbra, por Mafalda Ferro.
2 - Homenagem a António Quadros, 23 Anos depois da sua morte, por Mafalda Ferro.
3 - António Ferro: 120 anos. Actas, por Manuela Dâmaso.
4 - Fernanda de Castro de regresso a Itália, por Francisco Almeida Dias.
5 - Os Justos, de Albert Camus com tradução de António Quadros, no Teatro da Cornucópia, por Mafalda Ferro.
6 - Curso "Caminho de Ferro e Património Ferroviário": Divulgação.
7 - Livraria - promoção do mês: António Ferro 120 anos. Actas.
EDITORIAL
por Mafalda Ferro
Em Maio de 2004, quando eu ainda nem pensava em criar uma Fundação, recebi o investigador Francisco Maria Leote de Almeida Dias, o n.º 10, que preparava então o seu trabalho de licenciatura que intitulou: “Em Fernanda de Castro – Literatura e artes plásticas no português, feminino, plural”.
Viria, em Dezembro de 2006, a publicar na Revista “Artis” n.º 5 o estudo “O Diálogo das Artes no Feminino: Fernanda de Castro e Sarah Affonso, duas mulheres de grandes maridos”.
Depois, foi para Roma e deixei de o ver mas, de longe, fui acompanhando o seu percurso. Ficou-me sempre uma grande ternura por aquele rapaz que, de tão fascinado pela personalidade e obra de Fernanda de Castro, usava com orgulho e para se inspirar, uma camisola com a sua cara.
Francisco de Almeida Dias, ainda em Roma, trabalha no “Istituto Portoghese di Sant'Antonio in Roma”, situado na Rua dos Portugueses, e continua a estudar e a divulgar a obra de Fernanda de Castro.
Damos aqui hoje notícia do seu mais recente trabalho, apresentado na Universidade de Viterbo.
A segunda Tertúlia do Ciclo “Em Busca de Eça” coordenado por Judite Lima acontecerá, como de costume, no Palácio dos Aciprestes – Fundação Marquês de Pombal em Linda-a-Velha no dia 22 de Abril, às 18.30, com o tema “Eça e a Música”. O tema será tratado pelo Professor Mário Vieira de Carvalho.
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No âmbito dos 40 anos da morte de Amorim de Carvalho, iniciou-se no passado dia 6, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, o colóquio “A obra e o Pensamento de Amorim de Carvalho” com a participação de Júlio Amorim de Carvalho, Afonso Rocha, Paulo Samuel, Artur Manso, José Almeida, entre outros. O colóquio continuou, em Lisboa, no dia 7, no Palácio da Independência com a participação de Júlio Amorim de Carvalho, Pinharanda Gomes, Braz Teixeira, Renato Epifânio, Samuel Dimas, Manuel Cândido Pimentel e Filipe Delfim Santos, entre outros. Tive muita pena mas não consegui estar presente,
Boa leitura.
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UMA TARDE TÉLMICA EM SESIMBRA
por Mafalda Ferro

No âmbito das habituais Tarde Télmicas organizadas periodicamente na Biblioteca Municipal de Sesimbra pelo Projecto “António Telmo, vida e obra” dirigido por Pedro Martins, as obras António Quadros e António Telmo: epistolário e estudos complementares, uma parceria da Fundação António Quadros com a Labirinto de Letras Editores, e António Ferro: 120 anos. Actas, editada pela Fundação António Quadros em parceria com a Texto Editores, foram apresentadas no dia 19 de Março por Abel de Lacerda Botelho, José António Barreiros, Mafalda Ferro, Paulo Ribeiro Baptista e Pedro Martins.
Agradecemos o excelente acolhimento de toda a equipa da Biblioteca Municipal de Sesimbra liderada pela sua coordenadora, Maria José Albuquerque. |
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HOMENAGEM A ANTÓNIO QUADROS, 23 ANOS DEPOIS DA SUA MORTE
por Mafalda Ferro
No passado dia 21 de Março, vinte e três anos depois da morte de António Quadros, dia da poesia e do encerramento da Semana da Leitura em Rio Maior, a Fundação António Quadros e a Câmara Municipal de Rio Maior prestam homenagem ao pensador.
No mesmo dia, depois de apresentados em Lisboa, Porto e Sesimbra, Rio Maior divulga aos seus munícipes as duas mais recentes publicações da Fundação: António Ferro: 120 anos. Actas e António Quadros e António Telmo: epistolário e estudos complementares. (Obras a apresentar brevemente em Cascais)
Evocando António Quadros e António Ferro e distinguindo também as actividades da Fundação António Quadros, usaram da palavra Filomena Figueiredo (vereadora da cultura de Rio Maior), Mafalda Ferro, José António Barreiros, Pedro Martins e a investigadora Manuela Dâmaso.
A Fundação António Quadros apresentou um power point sobre a vida e obra de António Quadros:
       
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ANTÓNIO FERRO: 120 ANOS. ACTAS
por Manuela Dâmaso
É provável que algumas pessoas se questionem, ainda, sobre a pertinência da Fundação António Quadros, sobre a sua origem, o seu propósito, a sua relevância. Este projecto que começou a ser delineado em Agosto de 2006 por José Carlos Calazans e Mafalda Ferro e que foi oficialmente reconhecido por Despacho ministerial em 2009, visa o estudo da obra de António Quadros e de seus pais: Fernanda de Castro e António Ferro, três vultos incontornáveis da cultura portuguesa.
António Quadros, que nos deixou precisamente há vinte e três anos, marcou o panorama cultural com incursões na Literatura, na Filosofia e na formação artística de vanguarda ao criar o IADE (em 1969, Instituto de Arte e Decoração e, nos nossos dias, Instituto de Arte, Design e Empresa – Universitário). Digamos que seguiu as pegadas de seus pais, duas figuras marcantes na História da cultura portuguesa:
Fernanda de Castro, na literatura, em vários géneros: poesia, romance, literatura infanto-juvenil, teatro, como autora e tradutora e numa notável obra de intervenção social, os Parques Infantis;
António Ferro que, até há pouco tempo, era considerado apenas o jovem amigo de Mário de Sá-Carneiro e de Fernando Pessoa, escolhido por estes para editor da revista Orpheu por ser menor e que, mais tarde, por nomeação de Salazar, dirigiu o Secretariado da Propaganda Nacional – SPN, posteriormente Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo – SNI.
Ora, nada mais injusto e incompleto.
António Ferro foi poeta, dramaturgo, jornalista e, enquanto director do SPN/SNI, um incansável dinamizador da cultura portuguesa, tendo sido Comissário-Geral da representação portuguesa nas Exposições Internacionais de Paris em 1937, de Nova Iorque em 1939 e a alma da grande Exposição do Mundo Português, realizada em Lisboa no ano de 1940.
Entre 1913 e 1918, frequentou o curso de Direito da Universidade de Lisboa e publicou, em coautoria com Augusto Cunha, Missal de Trovas que mereceu elogios de, entre muitos outros, Fernando Pessoa.
A partir de 1915, iniciou uma intensa actividade jornalística, participando também em diversas revistas literárias de referência.
Enquanto repórter internacional, enviado especial pelo Diário de Notícias, viajou pelo mundo, tendo publicado entrevistas com os maiores nomes da cultura e da política da altura. Destacou-se ainda como crítico teatral assinando, diariamente, diversas colunas na imprensa. Em 1931, fundou o Sindicato Nacional da Crítica e organizou em Lisboa o V Congresso Internacional da Crítica Dramática, Musical e Literária em que participaram nomes de relevo da arte mundial.
No SPN, criou os Prémios Literários, convencendo Fernando Pessoa a concorrer com uma obra. A ele, devemos agradecer a publicação da magnífica epopeia simbólica Mensagem, conforme nos esclarece detalhadamente a investigadora pessoana, Professora Teresa Rita Lopes, a partir da página 179 do presente Livro de Actas.
Entre 1935 e 1950, promoveu os Salões de Arte Moderna nos quais esteve presente, entre outros, Almada Negreiros. Em 1936, inaugurou, com a ajuda de Francisco Lage e Ribeirinho, o Teatro do Povo.
O cinema seria também objecto da sua análise, ou não fosse António Ferro um intelectual atento ao que de mais importante acontecia no mundo das artes e criando prémios cinematográficos.
Em 1950, António Ferro partiu como Ministro de Portugal para a Legação de Portugal em Berna. Aí, o seu papel enquanto agente cultural foi determinante na organização de exposições, conferências e de outras acções culturais.
Em 1954, foi transferido para Roma, novamente como Ministro de Portugal na Legação portuguesa.
Em 1956, morreu inesperadamente depois de uma intervenção cirúrgica, em Lisboa.
Um Livro de Actas é, como todos sabemos, um livro em que podemos ver registadas as resoluções ou deliberações ocorridas em reuniões ou assembleias que, merecendo uma formalidade específica, justificam essa tipologia textual. Ora, António Ferro 120 anos Actas reveste-se exactamente da importância, direi, da justiça, de formalmente deliberar a urgência de conhecer o papel de António Ferro na construção da imagem de Portugal na primeira metade do século XX, dentro e fora do país.
Este Livro de Actas regista, pois, a homenagem prestada a António Ferro, esse intelectual multifacetado, agente e interventor cultural, ao longo do ano transacto.
O mesmo dá a conhecer um conjunto de reflexões que tiveram, assim, lugar em 2015, com um programa da citada homenagem, iniciado com o Seminário «António Ferro. O tempo. As ideias. O modo.», na Sociedade de Geografia de Lisboa, no dia 14 de Abril, e cujo encerramento se materializa neste volume.
Estamos perante um documento fundamental para dar os primeiros passos na compreensão do papel determinante deste homem de acção que agitou, provocou e promoveu a alma lusíada plasmada, tanto nas Exposições já referidas, como no reflexo das iniciativas que foi levando a cabo. Refira-se, a título de exemplo: a primeira abordagem séria à importância da dinamização do turismo nacional, com a criação da rede de Pousadas, a consciência da defesa da tradição com o concurso A Aldeia mais Portuguesa e a criação do Museu de Arte Popular, a urgência da promoção de uma companhia de bailado, que resulta no Verde Gaio, a criação do Teatro Novo, entre tantas outras iniciativas pioneiras e inovadoras.
A sua acção foi abrangente ao ponto de podermos afirmar que tocou todas as expressões artísticas, da música (publicou A Idade do Jazz-Band, em 1923), ao teatro (a peça Mar Alto, também em 1923, grande sucesso no Brasil e proibida em Portugal), passando pelo romance, pela poesia e pela crítica literária e teatral.
Numa época de grande instabilidade política, António Ferro admirou os que demonstravam capacidade de liderança e de chefia; tal como Fernando Pessoa, foi admirador de Sidónio Pais e, tal como o poeta de Mensagem, sofreu uma profunda angústia com o assassinato desse presidente.
Paulatinamente, foi admirando a possibilidade de estabilização que um líder forte traria a um país em convulsão política.
Salazar pareceu-lhe o homem certo.
A sua proximidade com o ditador inculcou, entretanto, uma espécie de preconceito sócio-político que justifica, provavelmente, o ainda reduzido número de estudos académicos sobre a sua vasta obra, cujos alicerces do presente são inquestionáveis. Veja-se, como exemplo, o esclarecimento sobre o papel crucial de António Ferro na atribuição do Prémio Antero Quental a Fernando Pessoa pela obra Mensagem.
Penso que, para conhecermos o pensamento e a acção de António Ferro, este Livro de Actas é, certamente, um bom começo.
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FERNANDA DE CASTRO DE REGRESSO A ITÁLIA
por Francisco Almeida Dias
Fernanda de Castro, uma portuguesa moderna, não no corte dos cabelos, mas no que tinha na cabeça.
Figura ímpar do Modernismo português, uma “princesinha” – como lhe chamaram - entre a nova geração de artistas brasileiros, que nessa São Paulo, em 1922, tentava novos rumos para a arte que falava português além-atlântico – mas que continuava a desejar um diálogo com aquela outra nação de aquém-mar que falava (vagamente…) a mesma língua.
Fernanda de Castro, que na sua irrequietude intelectual esteve por diversos caminhos – e em diferentes momentos da sua vida – ligada a Itália (a amizade com Pirandello no início, a sua missão diplomática em Roma, ao lado do marido, mais tarde…), foi reevocada numa conferência que teve lugar no passado dia 1 de Abril na Universidade de Viterbo.
Inserida no programa dos cursos de Literaturas e Culturas dos países de língua portuguesa, da responsabilidade da Prof.ª Doutora Cristina Rosa (Dipartimento di studi linguistico-letterari, storico-filosofici e giuridici), "Fernanda de Castro: viaggio di una portoghese moderna verso i modernisti brasiliani" evocou a figura da poetisa portuguesa e convidou os alunos a relerem excertos da sua produção poética, bem como da narrativa memorialista que rematou a sua carreira (Ao fim da memória, Cartas para além do tempo) e em que são evocadas, justamente, seja a sua experiência brasileira, sejam as ligações a Itália.
O conferencista, Dr. Francisco de Almeida Dias, colaborador do Instituto Português de Santo António em Roma e durante vários anos Cultor da língua portuguesa junto da Università degli Studi di Roma Tre, dedicou a Fernanda de Castro a sua tese de licenciatura em literatura e artes plásticas, orientada pelo Prof. Doutor Vítor Serrão (Universidade de Lisboa).
Actividade patrocinada pela Embaixada de Portugal junto do Estado italiano:
https://www.roma.embaixadaportugal.mne.pt/it/l-ambasciata/notizie/859-conferenza
Site da Universidade de Viterbo:
http://www.unitusdistu.net/index.php?option=com_content&view=article&id=858:incontro-a-cura-della-profssa-cristina-rosa-nellambito-dei-corsi-di-letterature-e-culture-dei-paesi-di-lingua-portoghese-venerdi-1-aprile-2016-ore-1500-aula-12&catid=37:dipartimento |
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OS JUSTOS, DE ALBERT CAMUS, COM TRADUÇÃO DE ANTÓNIO QUADROS
por Mafalda Ferro.
Estive recentemente no Teatro da Cornucópia a assistir à estreia de uma peça traduzida por António Quadros: “Os Justos”, de Albert Camus.
O tema da peça continua tão actual como quando Camus a escreveu ou quando António Quadros a traduziu e prefaciou para os “Livros do Brasil”.
Gostei muito da representação apesar de, na peça, não haver papéis fáceis. Sofri com as personagens o conflito interior que se gera entre a humanidade existente em cada um de nós e a exaltação e furor resultantes da força das convicções ideológicas, políticas e, até, afectivas. A empatia que senti com cada uma das personagens, indiferentemente das suas características, é o resultado comprovado da excelente interpretação de André Pardal; Bernardo Souto; Guilherme Gomes; João Reixa; Nídia Roque; Ricardo Alas e Rita Cabaço que, face à complexidade da obra de Camus, viram a sua tarefa facilitada apenas pelo talento de cada um.
A todos os actores e ao Teatro da Cornucópia, felicito e agradeço o destaque que foi dado ao autor da tradução.
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CURSO CAMINHO DE FERRO E PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO
Divulgação
O Curso "Caminho de ferro e património ferroviário", desenvolvido em dois módulos, aborda, de forma integrada, a História, a Cultura, os valores e os bens ferroviários e o respectivo património cultural.
Remontando à génese da Revolução Industrial e à inovação do fenómeno ferroviário, pretende-se mostrar os caminhos percorridos da afirmação da identidade e memória material e social de um dos principais transportes da era da industrialização de carácter universal e dos seus efeitos económicos, sociais e culturais.
Estudam-se os casos de bens ferroviários salvaguardados e museus, mostrando as características específicas da museologia ferroviária. Todas as sessões serão animadas com projecções de imagens e de pequenos filmes. No final de cada módulo haverá uma visita guiada.
PROGRAMA
Curso Livre do CNC / APAI
COORDENAÇÃO
Grupo de Investigação do Património Ferroviário da APAI.
HORÁRIO
Terças-feiras, das 18h30 às 20h.
DURAÇÃO
9 Sessões teóricas de 12 de Abril a 7 de Junho:
1.ª Sessão, 12 de Abril
Revolução Industrial, Industrialização e Caminho de Ferro: visão geral, por Jorge Custódio.
2.ª Sessão, 19 de Abril
História do Caminho de Ferro em Portugal: síntese, por Ana Silva e Sousa.
3.ª Sessão, 26 de Abril
Património Cultural, Património Industrial e Património Ferroviário | a) Conceitos e Instituições, por Jorge Custódio.
4.ª Sessão, 3 de Maio
b) Documentação internacional e legislação, por Jorge Custódio e Paula Azevedo.
5.ª Sessão, 10 de Maio
c) Identificação dos bens culturais ferroviários, por Nuno Barrento e Paula Azevedo.
6.ª Sessão, 17 de Maio
d) Protecção e Salvaguarda: princípios, critérios e casos, por Paula Azevedo.
7.ª Sessão, 24 de Maio
e) Conservação, restauro e reabilitação: critérios, metodologias e técnicas, por Judite Roque.
8.ª Sessão, 31 de Maio
f) Valorização, Educação e Divulgação, por Luís Filipe Lopes.
9.ª Sessão, 7 de Junho
g) Museologia e museus ferroviários, por Luís Filipe Lopes.
10.ª Sessão
Visita Entroncamento e Museu Nacional Ferroviário (pagamento à parte).
Programa completo em http://www.cnc.pt/artigo/11
OS SÓCIOS DA APAI BENEFICIAM DAS MESMAS CONDIÇÕES DOS SÓCIOS DO CNC || descontos para < 25 anos e para> 65 anos
Mais informações: 213 466 722 alexandra.prista@cnc.pt |
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LIVRARIA: PROMOÇÃO DO MÊS
por Fundação António Quadros.
A Fundação disponibiliza a seguinte obra com 20% de desconto até 14 de Maio de 2016:
Título: António Ferro 120 anos. Actas.
Coordenação: Mafalda Ferro.
Apoio editorial: Paulo Ribeiro Baptista.
Autores: Alexandro Trindade; Ana Filomena Figueiredo; António Cardiello; Ernesto Castro Leal; Filomena Serra; Guilherme d’Oliveira Martins; José Carlos Calazans; José Guilherme Victorino; Lauro António; Madalena Ferreira Jordão; Mafalda Ferro; Manuel Villaverde Cabral; Margarida Acciaiuoli; Paulo Ribeiro Baptista; Pedro Pavão dos Santos; Raquel Henriques da Silva; Rita Almeida de Carvalho; Rita Ferro; Rosa Paula Rocha Pinto; Sérgio Avelar Duarte; Teresa Rita Lopes; Vasco Rosa; Vera Marques Alves.
Edição: Lisboa: Edições Fundação António Quadros / Texto Editores, 2016.
Âmbito: Registo das acções através das quais António Ferro foi homenageado em 2015, 120 anos depois do seu nascimento: Seminário; Mesa Redonda; Exposições; Encontro de artistas; Publicação da presente obra.
PVP até 14 de Maio de 2016: 16,00€.
PVP a partir de 14 de Maio de 2016: 20,00€. |
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